segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

D-Pad Hero

Conheçam D-Pad Hero, o Guitar Hero em 8-bits.

Dica do Vitor.

Leônidas Fontes

Senoçãozice em sua essência, tá lá Leônidas Fontes


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Quem verá o visionário?

Sem nem pensar direito (e dar margem à falar merda), o filme do ano vai ser Watchmen. Baita investimento, culto em cima do teto original, controvérsias, e - como não poderia deixar de ser - uma ótima história são apenas alguns dos atrativos do filme. Mas o que me incomoda muito, e me deixa com aquela sensaçãozinha incômoda de que eu vou me decepcionar é o seguinte:


A fonte tá ok, bem no estilo do original. O elenco tá legal, curti chamar o Robert Downey Jr. genérico pra fazer o Comediante, a Zoey Deschanel genérica pra Espectral, e o Billy Crudup - baita escolha - pro Dr. Manhatan. Ao contrário da grande maioria dos fãs tru da obra, achei uma boa idéia colocar mamilos no Ozymandias. Isso para que vocês tenham uma idéia do quão paciente e compreensivo eu sou.
O que me incomoda é o tal do 'visionário' ali na parte de cima do poster. Pô, tá certo que isso é marketing, que ajuda no clima de oba-oba do filme, e tudo mais. O cara tá lançando o terceiro filme, será que não é um pouco cedo demais pra isso? Vê a história dos visionários indiscutíveis do cinema, e vê a partir de que filme eles passaram a receber esse incenso (George Lucas? Beleza, mas foi só DEPOIS do terceiro filme que ele virou 'o' cara. Irmãos Wachowsky? Aham, conta outra).
Qual é o grande mérito que faz dele um visionário? Fazer bons remakes (Madrugada dos Mortos é bom pra caramba, e aí?)? Fazer a mais famosa propaganda subliminar pro-gay da história (Aquele filme lá)?
Francamente, depois do 'Madrugada...' passei a botar a maior fé no Zack Snyder, mas depois de 300, e com toda essa onda em cima, Watchmen vai ter que ser muito, mas muito embasbacante pra alcançar às expectativas que ele mesmo tá criando. E olha que depois do 'Cavaleiro das Trevas' vai ser difícil conseguir esse truque de novo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Olha por onde anda a comédia brasileira...

...nessa discussão da Cláudia Rodrigues (que eu nem sabia que conseguia fazer 'comédia' sem aquelas risadas em playback) com uma espectadora nos EUA. Em tempos de Zorra Total sendo rotulado de "nova safra que está mudando a cara da comédia brasileira", acho que é isso que a gente merece: um lance absolutamente sem graça, sem criatividade, e sem tesão.

(Gargalhadas em playback)

O Daniel pediu, a gente responde:

Atendendo o pedido do Daniel, taí um breve questionário literário.

1. Livro/autor(a) que marcou sua infância:

- Gibis do Tio Patinhas: Nunca foi dos meus favoritos, nem me lembro de nada de especial deles (tirando a moedinha n° 1 que veio junto com um almanaque, e que eu guardei por um bom tempo), mas foi a primeira coisa que eu consegui ler. Me lembro de estar vendo as figurinhas na cama, quando de repente consegui decifrar aqueles balõezinhos.
- Menino Maluquinho; do Ziraldo: Foi o primeiro livro que eu li, e me lembro da Déia (uma amiga da minha irmã) encontrando paciência não sei onde pra me ouvir ler o livro infinitas vezes pra ela.
- Tinha uma coleção de fábulas do folclore brasileiro, ilustrada com fotos de bonecos e que agora me foge o nome, mas me lembro bem pra caramba de me encagaçar todo de medo da história da Mula Sem Cabeça e do Negrinho do Pastoreio.

2. Livro/autor(a) que marcou sua adolescência:

- A Saga da Fênix Negra; de Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne
- Watchmen; de Alan Moore e Dave Gibbons
- O Cavaleiro das Trevas; de Frank Miller.
- O Iluminado; de Stephen King
- O Alienista; de Machado de Assis
- O Cortiço; de Aluísio de Azevedo
- Calvin & Haroldo; de Bill Waterson

3. Autor(a) que mais admira:

Gabriel Garcia Marquez, Hunter Thompson, Bill Waterson, Alan Moore.

4. Autor(a) contemporâneo:

Gabriel Garcia Marquez, Hunther Thompson, Chuck Palahniuk, Douglas Adams, Richard Dawkins.

5. Leu e não gostou:

O Ser e o Nada; de Jean Paul Sartre
Máquina de Pinball; de Clarah Averbuck

6. Lê e relê:

Basicamente gibis, que são mais rápidos, ou algumas passagens marcadas em alguns livros.

7. Manias:

Parar tudo pra ler. Enquanto eu estou lendo um livro, e especialmente se ele está legal, a minha prioridade passa a ser acabar de lê-lo, e eu acabo inventando desculpa pra ter oportunidade de continuar a leitura ("Que legal, fila de banco no dia 10! Tchutchurúrurururú...."). Talvez seja por isso que eu tenha lido tão pouco ultimamente.

Quem eu gostaria de respondesse?

Josi, Vitor, Jean, André (volta a postar, rapá!), e o Felipe, suíço sem vergonha que ainda não criou blog. Taí uma boa desculpa!

1000 Ways To Open A Beer

O nome diz tudo. Precisa mais?



Dá uma senhora vontade de tomar uma, nem que seja só pelo bem da ciência.

Bela dica do Felipe

Curtas

- Primeiramente, obragado à todos que me desejaram parabéns. Passei meu primeiro aniversário semi-ermitão, e foi animal. Na volta, veio o susto em perceber que quase fomos notícia. Péra lá, não consumi drogas, e nem classifico mais como jovem! Na real, embarcamos no mesmo navio, meia hora depois de desembarcar a galera do cruzeiro rave. O foda foi a piscina com um cheiraço ferrado de ranço, devido aos quatro dias initerruptos de rave em cima de um carpê. Calculem aí a marofa.

- Legal essa repercussão em cima do post do Benjamin Button (quatro comentários em blog falido é isso mesmo). Mas o que mais me decepcionou foi como Fincher e Pitt, que produziram um dos melhores filmes da última década, conseguiram fazer algo tão sem sal assim. Pra me decepcionar ainda mais, todos os filmes anteriores do diretor conseguiam se destacar (até mesmo Ali3n, detonadaço na época), enquanto esse murchou.

- Show do Little Joy em POA amanhã, e infelizmente não vou poder ir. Era a chance de dar uma bela banda pelo sul, mas com a grana curta e o trampo rolando aqui em ITJ impossibilitam. O que salva é o show em Curita, que vai rolar de certeza. Bóra lá, galera?