Chegou! E a virada de ano do litoral norte catarinense finalmente engrenou. Nos últimos dias do ano, o já tradicional pandemônio turístico tomou conta da região, trazendo alívio pro comércio e desconforto pra todo o resto. Mas o clima é de festa aqui no blog, e então ficam aqui dois discos novos que eu ando ouvindo bastante, e que casam bem com o verão. De dia: Lykke Li. À noite: Late Of The Pier. Enjoy.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Antecipando algumas mudanças
Vcs viram o blogroll? Pois é, algumas pequenas (e desajeitadas) mudanças, mas tudo em nome do social.
E eu sei que prometi não fazer listas nem nada, mas tava vendo algumas por aí e me deu vontade de recomendar uma música apenas pro pessoal que acompanha o Jovem Matusalém. Nem pensa em entrar em qualquer lista de melhores do ano, passa longe dos rótulos de vanguarda, ou da mira da grande mídia. No entanto, animou bastante o meu ano, com toda a sua despretensão divertida. "I Wanna Be A Private Jet" tem citaçõezinhas bem legais de Paul McCartney (começando pelo nome, obviamente), e daí pra frente, é só animação. Porque eu curto muito essas músicas que tomaram Red Bull.
(Just Like) Starting Over
(post de final de ano sempre é clichê. Sempre)
Pois é, se acaba mais um ciclo, e o Jovem Matusalém se despede de 2008 cheio de planos e novidades para 2009. Dessa vez, vou tentar fazer algo diferente, e esquecer de listar coisas e prometer outras, mais pela vontade real de mudar e fugir um pouco de qualquer cerimônia vazia, que por descrença de qualquer coisa. Porque este ano que acaba agora foi de tudo, mas no geral foi bom pra caramba. E eu certamente devo isso à todos os amigos que esiveram juntos todo esse tempo. Você acha que eu tô falando de você? Pois é, acertou.
Feliz 2009, gurizada.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Riogringa
Blog novo no blogroll: “Adventures of a Gringa in Rio”
Diversos fatores fazem com que vocês gostem de diversos blogs. Ali mesmo no blogroll dá pra perceber: temos uns mais temáticos, técnicos, uns mais voltados à linkar outros (e que conseguem ser tão pessoais quanto qualquer 'diário virtual'), e uns de atualização escassa (je m'accuse!). Mas tem um tipo que me atrai muito, que é o que mistura as bolas, e acaba virando tal qual o home office (e que é a cara desses nossos tempos globalizados) bagunçado e brilhantemente humano que a gente encontra em qualquer casa (novamente, je m'accuse).
O Riogringa é um exemplo claro e interessantíssimo disso. Uma professora de inglês e de dança que veio dos Estados Unidos pro Brasil, e que mistura descobertas pessoais com experiências profissionais. Desde a recomendação gringa dos nossos churros (nota do blogueiro: obviamente), ao espanto com o nosso cachorro-quente 'de buffet', ao contrário do hó-dó americano seco, passando pela surpresa com o alto custo de vida, desigualdades sociais e a saudade de casa (aliviada com uma ida ao Starbucks).
Mas o que mais me chamou a atenção não foram esses episódios – porque sim, alguns blogs a gente acompanha tal uma novela-, mas as listas da blogueira enumerando, dentre outras coisas, o que os americanos não entendem sobre o Brasil, ou as melhores formas de irritar brasileiros. Achei uma ótima forma de descobrir algumas coisas sobre nós mesmo e a forma como vemos nosso país. E indico pra vocês, meus amigos leitores desse desatualizado blog.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Diquinhas da hora
Blog novo no blogroll! O Power Pop Station já foi uma revista on-line sobre este ritmo, que é o irmão-gêmeo-bom-trancafiado-numa-masmorra-Ei,-você-já-leu-"O-Homem-da-Máscara-de-Ferro?" do pop radiofônico de hoje em dia. A revista infelizemte não vingou, mas o blog permanece mantendo as antenas voltadas para a caça do rock perfeito, nem que seja apenas para que um jovem matusalém como eu possa se sentir com 19 anos por três minutos.
Blog excelente, de onde eu descobri o Radio Days, banda italiana que é um bom exemplo de power pop.
Espero que vocês curtam!
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Gourmand Trash: Néctar de Banana Sufresh
A Josi sabe que eu tenho um problema, e que não encontra hora nem local pra acontecer. Isso normalmente faz com que eu fique completamente impotente (não daquele jeito, muito obrigado), e a minha digníssima companheira com uma reação que mistura nojo e vergonha de uma forma inclassificável (como dito anteriormente, não é daquele jeito!). A verdade é que eu não aprendo: tenho que experimentar as coisas mais diferentes do mundo – bem, não tão diferentes.
É um verdadeiro vício. Me lembro de uma vez comprar no Angeloni um refirgerante de um litro de menta com limão que era de um azul que lembrava o cruzamento de uma canetinha com neon, que além de me deixar com a língua azul por um dia inteiro, me deixou mijando verde. Eu devia ter desconfiado a partir do momento que eu vi que um litro de refrigerante custava menos de um real...
Mas o fato é que, seja junk food, seja um prato de gourmet, a gastronomia é uma promiscuidade da qual eu quero tirar proveito. Acho que isso vem desde o dia que eu experimentei um pedaço de presunto com mostarda e mel (e acreditem quando eu digo que esse é o meu prato top no quesito misturas comuns com sabores surpreendentes), e que juntamente com uma experiência desesperada em casa – comi as únicas coisas que tinham em casa: salame e leite condensado – me mostraram que: a) tem muita mistura boa na tua cozinha esperando acontecer, e b) se não ficar bom, o sabor logo sai da boca, e em poucas horas, do teu corpo.
Isso nos leva a nossa materiazinha de hoje (que eu espero que se torne uma série), onde eu pretendo resenhar o que me aparecer de diferente. Sejam bem-vindos ao “Gourmand Trash”.
Néctar de Banana Sufresh
A nossa estréia veio dos corredores do Angeloni de Itajaí (o melhor lugar da cidade pra encontrar as generalidades alimentícias), e me saltou aos olhos pelo motivo óbvio: Suco de Banana??? Eu já achava estranho conceber o suco de manga, que é uma fruta carnuda tal qual a banana, porém mais suculenta, e então me aparecem com isso. Só falta lançarem suco de que, abacate? Mais do que rapidamente, joguei a latinha no carrinho, sob os olhares suspeitos da Josi, e tocamos pra casa.
E a verdade é que o suco não é de todo ruim. Ele obviamente é bem encorpado (parece um mingauzão aguado), e deve agradar quem gosta da fruta – não tá no meu top 10 nem de perto. Também me pareceu ser bem natural, porque a cor não é muito forte, nem o cheiro. O sabor tá mais pra banana passa que pra fruta natural. O problema foi o um after-taste meio estranho, meio pesado. Certamente não é uma boa pedida pra acompanhar um lanche, se encaixa melhor na categoria de suco/refeição.
A impressão que fica é que a Sufresh meio que deixou a coisa rolar, sem se importar em deixar a coisa industrializada (vide sucos de morango, que tem aquele cheirão e cores vivaças). Ponto pra eles que, à sua própria maneira, tiraram leite de pedra.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Tell me what you see
O relógio do computador teima em adiantar a hora do relógio sem me perguntar, como um anúncio de que o verão já está aqui. Por isso eu deixo a minha recente vida mezzo freela/ mezzo desempregado pra escrever um pouco, e curtir esse verão fictício, com o sol fictício que bate na cidade nesta quarta-feira nublada.
Pouco mais de uma semana desde o último post (o que é um puta avanço, levando-se em consideração os últimos tempos), e as mudanças continuam. Seja coçando um pouco em casa, viajando, trampando, ou apenas colocando a casa em ordem, tudo parece meio diferente. To me sentindo meio Dexter Morgan na terceira temporada (não ‘perda’!): se no começo era sobre honrar o código, depois foi sobre evoluir o código o final parece ser sobre descobrir que na verdade não há código. E isso me deixa confiante pra cacete num futuro dupirú.
No mais ficam as saudades dos amigos antigos (e das festas novas), e de manter o contato com os amigos novos. E até o amanhã!

